paul klee

Red Balloon, 1922

Red Balloon, 1922

 

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A arte não reproduz o visível, mas torna visível.

 

PAUL KLEE Credo Criativo, 1920 (Teorias da Arte Moderna, página 183)

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livro Teorias da Arte Moderna H. B. CHIPP

livro Teorias da Arte Moderna, editora Martins Fontes

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Quando a necessidade surgir, leve seus alunos para a natureza, deixem que experimentem, que vejam como um botão se forma, como uma árvore cresce, como uma borboleta nasce, eles também se tornarão tão ricos e determinados quanto a natureza, pois a contemplação é uma revelação, um olhar sobre o ateliê de Deus, é aí que repousa o mistério da criação.

Andarilho incansável, observador minucioso de pequenas coisas do mundo que o rodeia, Klee sabe que é no detalhe que ele irá encontrar o que procura. Ele não vai em direção a natureza como um pintor vai até o motivo, ele a observa, não para reproduzi-la, mas para descobrir sua essência. 

Para Klee, as leis da natureza são parecidas com os do processo de criação artística: 

o crescimento é um movimento progressivo da matéria em uma base móvel. No domínio terrestre, o movimento precisa de energia, é a mesma coisa com o traço, a linha, e os outros elementos da criação, que são a superfície, a tonalidade e a cor. 

[…]

É num ponto muito distante, na origem das coisas que eu me coloco, lá onde eu penso encontrar, ao mesmo tempo, as fórmulas do homem, do animal, da planta, do mineral, dos elementos e de todas as forças em revolução.

PAUL KLEE O Diário de um artista

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